Onda reborn faz cidades de SC criarem projetos de leis proibindo “atendimento” de bonecas.

  • 22/05/2025
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Onda reborn faz cidades de SC criarem projetos de leis proibindo “atendimento” de bonecas.

A onda dos bebês reborn fez com que municípios de Santa Catarina criassem projetos de lei para evitar o atendimento de pessoas com bonecos em unidades de saúde. Nas últimas semanas, vídeos que mostram pessoas levando o brinquedo a hospitais viralizaram em todo o Brasil, gerando reações no Congresso e em outros estados.

Florianópolis, Itajaí e Palhoça têm propostas de lei sobre bonecos reborn. Em Chapecó, por exemplo, o prefeito João Rodrigues (PSD) disse que ordenou a internação involuntária de pessoas que levarem o brinquedo a postos de saúde — a cidade, contudo, não tem projeto de lei sobre o tema.

Até agora, há apenas um caso de pessoa que buscou atendimento para boneca no Estado, conforme levantamento do NSC Total. Em Itajaí, uma mulher procurou um posto de saúde para simular a aplicação de vacina na boneca da filha dela, de 4 anos, a pedido da criança, em janeiro deste ano. A intenção era postar nas redes sociais.

Projetos nas cidades

Por conta disso, um projeto de lei foi protocolado na Câmara de Vereadores de Itajaí para proibir o atendimento médico para bebês reborn nas unidades públicas municipais de saúde. A proposta é do vereador Beto Cunha (Republicanos), que afirma que o objetivo é “evitar a confusão e o desperdício de recursos públicos e médicos […] além de prevenir possíveis riscos à saúde pública”.

Em Palhoça, o vice-prefeito em exercício, Rosiney Horácio (PODE), enviou ao legislativo um projeto de lei para proibir o uso de bonecos reborn em atendimentos nas unidades de saúde. Ele também publicou um vídeo em que aparece jogando uma boneca longe. Conforme a assessoria de comunicação da prefeitura, não há nenhum registro de atendimentos do tipo no município.

Em Chapecó, o prefeito João Rodrigues publicou um vídeo nas redes sociais classificando as atitudes de levar bebê reborn ao médico como “loucura”. Conforme a prefeitura, não há casos registrados na cidade.

— Se alguém inventar de entrar numa unidade de saúde e pegar uma ficha e levar bebê reborn para consultar, a ordem está dada: pode pegar o proprietário desse bonequinho e nós vamos internar involuntariamente. Porque a pessoa não pode estar bem — disse, em vídeo postado no Instagram.

Um projeto de lei também foi apresentado na Câmara de Vereadores de Florianópolis pelo vereador Claudinei Marques (Republicanos), na segunda-feira (19). A proposta visa “assegurar a clareza e eficácia dos serviços de saúde pública, evitando possíveis equívocos que poderiam comprometer o atendimento prioritário a pacientes humanos”.

Na Capital, não há nenhum caso de alguém buscando atendimento para bebês reborn em unidades de saúde municipais, conforme a prefeitura. Nos hospitais estaduais, também não há registros de atendimentos a bonecos.

Fonte: NSC Total/Imagem:IA


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